quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Nelson Ned: o pequeno gigante da Canção

Hoje, o programa Clube Amigos da Boa Nova tocou a música "Se as Flores Pudessem Falar", composição de Nelson Ned.
Nelson Ned nasceu em Ubá e desde cedo se interessou por música. Foi nos anos 60 que começou a se apresentar e gravar discos, inclusive nos países da América Latina, onde é extremamente popular. Com repertório voltado para a música romântica, seus shows atraem multidões em estádios e teatros. Como compositor, já teve músicas gravadas por Moacir Franco, Antônio Marcos, Agnaldo Timóteo e outros. Ganhou Discos de Ouro no Brasil e já se apresentou algumas vezes no Carnegie Hall, em Nova York.
Na década de 90 passou a cantar músicas evangélicas, após ter-se convertido. Lançou em 1996 a biografia "O Pequeno Gigante da Canção", uma referência à sua condição de anão.

Se as Flores Pudessem Falar - Nelson Ned
Há quanto tempo eu preciso falar com você
Dessa tristeza que eu já não posso esconder
Já lhe escrevi tantas cartas, você nem ligou
Os meus recados de amor, você nem escutou
Hoje eu lhe mando essas flores
Que eu colhi de um jardim
Na esperança que você se lembre
Um pouquinho de mim
Ah! Se as flores pudessem falar
Pra você que eu te amo
Se essas rosas pudessem pedir
Para você me amarAh!
Se as flores levassem recados
A todos os namorados
Quanta gente no mundo teria
Mais sorte no amor
Mas quem sabe, aconteça um milagre
Ao você receber flores lindas assim
Pode ser que você de repente
Venha gostar de mim

Solo:
"Hoje eu lhe mando essas floresQue eu colhi de um jardimNa esperança que você se lembreUm pouquinho de mimAh! Se as flores pudessem falarPra você que eu te amoSe essas rosas pudessem pedirPara você me amarAh! Se as flores levassem recados A todos os namoradosQuanta gente no mundo teriaMais sorte no amorMas quem sabe, aconteça um milagreAo você receber flores lindas assimPode ser que você de repenteVenha gostar de mim."

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Downloads Rádio Boa Nova

Olá, ouvinte e leitor do blog. Você já sabe da novidade da vez?
A novidade da vez são os downloads dos programas da Rádio Boa Nova.

Se você já é sócio do Clube Amigos da Boa Nova, não perca tempo e baixe seus programas. Se você ainda não é um sócio do Clube Amigos da Boa Nova, associe-se agora mesmo.

Para esclarecer melhor as suas dúvidas, leia as perguntas e respostas a seguir:

Pergunta: O que é fazer um download?
Resposta: fazer um download é baixar da internet um conteúdo para que você possa ouvir em qualquer horário, do seu computador, em seu carro, em seu mp3.
Neste caso, você entra em nosso site, escolhe o programa que você gostaria de ter e pronto! Ele é todo seu!!!

Pergunta: E fazer um download terá algum custo para você?
Respota: Não! Este é um benefício que a Rádio Boa Nova disponibiliza para você, que é sócio do Clube Amigos da Boa Nova!

Pergunta: Eu posso fazer a quantidade de downloads que eu quiser? Ou seja: posso baixar todos os programas que eu gostar, sem nenhum limite?
Resposta: Não! Cada sócio terá disponível uma quantidade de pontuação, o que vai corresponder ao número de downloads.

Quer fazer o seu download agora? Acesse nosso site: http://www.radioboanova.com.br/
Quer obter mais informações sobre como proceder? Ligue para 0800 12 18 38
Ainda não é sócio e gostaria de ser? Ligue também para 0800 12 18 38
Estamos aguardando a sua ligação!
“Esta é a Rádio Boa Nova – Comunicando em Prol de um Planeta de Regeneração.”

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Somos a favor da vida, sempre!

Ontem, dia 21 de setembro, durante o programa Clube Amigos da Boa Nova, o apresentador Manoel Bolonha e José Damião, apresentador do Jornal Nova Era, discutiram sobre um assunto que causou indignação em todos.


Trata-se do caso Luiz Bassuma, Deputado Federal Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Vida - contra o aborto . O Diretório Nacional do PT decidiu por unanimidade suspender os deputados Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC), que se manifestam contra a legalização do aborto.

Os integrantes do diretório entenderam que os deputados infringiram a ética partidária ao "militarem" contra a resolução do 3º Congresso Nacional do PT, a favor da descriminilização do aborto. Bassuma teve seus direitos suspensos por 1 ano e Henrique Afonso por 90 dias. O relatório da Comissão de Ética petista, segundo antecipou o Estado anteontem, recomendava punição mais severa a Bassuma, sob o argumento de que o parlamentar demonstrara intolerância em relação a quem se posiciona a favor do aborto. Já Afonso, pastor da Igreja Presbiteriana Brasileira, é visto pelos petistas como "mais equilibrado" na questão.

Na véspera da punição, Bassuma dizia que não aceitaria "punição intermediária". "O PT vai ter de escolher se me absolve ou se me expulsa. Eu sou reincidente e vou continuar reincidente", declarou o deputado, que é espírita, preside a Frente Parlamentar pela Defesa da Vida e apoiou a Terceira Marcha Nacional da Cidadania pela Vida, em Brasília, no mês passado, contra o aborto. "Eles dizem que sou radical. Mas não tem meia vida, meio aborto. Então, não aceito a meia punição." Afonso também criticou o PT. "Num assunto como este, que está relacionado à vida, o PT não pode simplesmente determinar que se trata de uma questão fechada. O PT virou um grande partido justamente por dar espaço à pluralidade."


Pois é, pessoal! Infelizmente não são todas as pessoas que dão prioridade para a vida! Mas, enquanto pudermos, vamos fazer a nossa parte. Sempre!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Veja a participação de Roberto Rios em "Viver a Vida"

Roberto Rios, comunicador da Rádio Boa Nova, participou com seu depoimento na novela Viver a Vida, da Rede Globo, neste último sábado, dia 19 de setembro. Roberto Rios é apresentador do programa "Gente como a Gente", na RBN. O programa vai ai ar todas as terças-feiras, às 17 horas. www.radioboanova.com.br

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Assistam o encerramento da Novela '"Viver a Vida"

Olá, pessoal! Está no ar, desde segunda-feira passada, dia 14/09, a novela Global "Viver a Vida" de Manoel Carlos. Como marca registrada do autor, a novela é finalizada com depoimentos verdadeiros de pessoas que superaram desafios em suas vidas. Mas, qual o motivo de estarmos falando disso? Bom, é que neste sábado agora, dia 19 de setembro, teremos o depoimento de um comunicador da Rádio Boa Nova.

Trata-se de Roberto Rios, apresentador do programa "Gente como a Gente", que vai ao ar às terças-feiras, 17 horas, aqui na Rádio Boa Nova. Roberto Rios é paraplégico desde 1996 e, desde então, iniciou sua militância na área da deficiência. Roberto Rios é Jornalista, radialista, já trabalhou como Assessor da Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida da Cidade de São Paulo e atualmente é palestrante, sempre na intenção de levar às pessoas uma palavra de incentivo e força, para a área do mercado de trabalho. Além disso, é articulista da Revista Nacional da Reabilitação - a REAÇÃO. Recentemente ele e sua família participaram do Reality Show "Troca de Família", na Record, onde sua esposa foi ficar com uma família em Portugal e uma outra mulher que mora em Portugal veio passar uma semana com a família de Roberto no Brasil, (veja foto acima, com sua filha e a mulher de Portugal)
Ufa! Pelo jeito ele não para nunca! Se você quer conhecer melhor este comunicador da Rádio Boa Nova, leia a seguir uma entrevista que ele concedeu ao jornal da AME - Associação dos Médicos Espíritas:
AME - Como se deu a sua deficiência?
Roberto Rios- Sou paraplégico em função de lesão medular causada por tiros. Fui vítima de um assalto em 1996. O primeiro projétil atravessou o peito lateralmente furando os dois pulmões e o segundo atingiu a 8° vértebra toráxica. A lesão medular é bastante complicada, pois, muito diferente do que a maioria pensa, não é só não andar, ela rompe o comando das funções de todos os órgãos que estão abaixo como: bexiga, intestino, sexo, sensibilidade, etc, além de outros desdobramentos como: infecções, feridas, deformações, perda de massa muscular, etc.

AME - Como foi sua infância, seu relacionamento com sua família e colegas de escola?

Roberto Rios - Minha infância foi super saudável. Criei-me no interior bem próximo do mato. Nadei em rios e lagos, pulei de cipó milhões de vezes, subi em todo tipo de árvore, corri por todos os caminhos e trilhas, sempre descalço, tomei sol e chuva, sempre sem camisa. A alimentação, na sua grande maioria, vinha do nosso próprio quintal. Verduras e legumes que eu e minha mãe plantávamos, as aves que criávamos e as frutas que cuidávamos. Tudo isso, talvez, tenha sido decisivo para minha força física e conseqüentemente uma boa recuperação. A família foi normal dentro do ambiente rústico e quase sem instrução em que vivíamos, mas sempre com um amor enorme e incondicional por parte de meus pais. Amigos de escola foram poucos, pois meu pai mudava constantemente de cidade devido a sua profissão. Não cheguei a ter aqueles amigos que nos acompanham por toda a vida desde a infância, mas teve as compensações, a bagagem cultural por viver em muitos lugares foi acima do normal.

AME - Como iniciou sua militância na área da deficiência?

Roberto Rios - Foi logo no quarto ou quinto mês após a lesão. Eu ainda estava tomando três remédios fortíssimos para depressão, por imposição de um médico, quando decidi parar e tocar minha vida normalmente sem dependências. Voltei a trabalhar e comecei a minha reabilitação na AACD. Foi aí que conheci um pouco do mundo da pessoa com deficiência e vi que o bicho era mais feio do que parecia, pois as pessoas com deficiência, de uma maneira geral, conviviam com agravantes terríveis como pobreza e falta de informação. Então fui pelo caminho da informação. Criei um gibi com um personagem cadeirante (o LEME). Comecei a dar aulas no curso de lesão medular da AACD, entrei para o rádio fazendo um programa de entrevistas, fiz faculdade de Jornalismo e aí não parei mais. Escrevo para a revista Reação, projetei a Seped e já ministrei centenas de palestras, sempre com o objetivo de melhorar o conhecimento e dar uma melhor qualidade de vida para essas pessoas..

AME - O que pode apontar como avanço e retro cesso na área?

Roberto Rios - O maior avanço, aqui no Brasil, foi a abertura de muitos espaços na mídia para a discussão da causa. Isso trouxe uma aproximação maior da sociedade. Com isso, houve a quebra de barreiras atitudinais existentes pelo medo e falta de conhecimento e, lógico, um crescimento enorme para todos. Essa troca que deve existir pelas diferenças é, certamente, a maior fonte de aprendizado do ser humano. Conseqüência disso, dessa maior interatividade, também evoluíram as pesquisas e produção de produtos. Como retrocesso, acho que foi o crescimento da ambição de alguns, se aproveitando do enorme mercado que se descortinou. Tem pessoas, com cara de anjo, super interessadas na causa do deficiente mas que não conseguem esconder o verdadeiro objetivo, que é o financeiro ou a promoção pessoal.

AME - Quais são os principais desafios que uma pessoa com deficiência enfrenta atualmente?
Roberto Rios - Eu entendo que, para aqueles que têm garra e que querem se superar, vencer, quebrar barreiras, os desafios são menores do que a 15 ou 20 anos atrás. As pessoas com deficiência que querem realmente a inclusão social, sem privilégios, encontram hoje, uma sociedade mais mobilizada. As barreiras arquitetônicas estão diminuindo, as novas construções já nascem com desenho universal, o mercado de trabalho está totalmente aberto, ainda que por força da Lei 8.213, os empresários estão conhecendo melhor a força e capacidade da pessoa com deficiência. Hoje, acho que temos o desafio de tirar totalmente da sociedade o sentimento de dó. O resto – falta muito ainda – está caminhando. E para aqueles que não querem evoluir, que continuam se achando inválidos, que querem continuar dependendo da família ou da pena da sociedade, o grande desafio é acordar.

AME - Como se deu sua inserção na área da comunicação no rádio?

Roberto Rios - Eu sempre fiz palestras na minha religião. Cinco meses após o acidente, voltei a atuar como palestrante, e isso despertou a curiosidade da Rádio Boa Nova, que me chamou para uma entrevista. Depois de gravar uma hora, o apresentador me perguntou se eu tinha gostado, foi aí que sugeri uma nova linha de condução do programa. Propus que o programa tomasse a difícil missão de informar tudo que pudesse melhorar a qualidade de vida da pessoa com deficiência, na área médica, no direito, no trabalho, no lazer, nas relações sociais, etc. Que esse programa fosse a grande ferramenta de aproximação da sociedade ao mundo da pessoa com deficiência, pois iria desmitificar e, com isso, derrubar as barreiras e as discriminações. Aceitaram minha sugestão e me convidaram para ficar no programa. Hoje, já completei dez anos apresentando o “Gente como a gente”, todas as terças, às 17h, e graças a Deus crescendo com muita audiência.

AME - De que forma você acredita que a comunicação pode contribuir para a inclusão social das pessoas com deficiência?

Roberto Rios - A comunicação é, com certeza, o principal caminho para a inclusão social. Ela deve e está cumprindo seu papel de esclarecer todas as dúvidas, tanto do lado da sociedade como da pessoa com deficiência. O ser humano sempre teve medo do desconhecido, isso faz com que ele crie travas de segurança para não correr riscos. Partindo desse princípio, fica fácil entender, por exemplo, que a pessoa com deficiência mental ou mesmo um paralisado cerebral era chamado de louco ou doido e, em muitas ocasiões, perigoso; que o deficiente físico era o “aleijadinho” incapaz e, até mesmo uma epilepsia era contagiosa. Portanto, não acontece o movimento rumo a inclusão, do lado da sociedade, se isso não for muito bem explicado. E do lado da pessoa com deficiência também precisa ser demonstrado que ele é capaz, fazer com que ele recupere a auto-estima e parta pra luta, saia do isolamento. Se não houver movimento dos dois lados, nunca haverá inclusão.

AME - Quais são seus planos para o futuro?

Roberto Rios - Aposentadoria, com certeza, não é. Continuarei a lutar muito nessa causa, porque acredito que existiram grandes cabeças que foram desperdiçadas ao longo de nossa história e que agora não temos mais tempo para esse grande erro. O mundo está numa velocidade alucinante de descobertas tecnológicas e acredito que isso tenha um motivo, não sei qual, mas tenho certeza que Deus sabe qual é e será nossa necessidade de conhecimento para sobrevivermos aos solavancos e catástrofes que nós mesmos plantamos. Por isso, se faz necessário que todos participem em igualdade de condições para criar e, mais importante, evitar que se destrua.

AME - Qual é sua mensagem para nossos leitores?

Roberto Rios - Acreditar sempre, mesmo que pareça impossível! Ter a inocência de sonhar, a ousadia de arriscar, a coragem de continuar, a maturidade para realizar e a humildade para recomeçar tudo de novo





quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Geraldo e o pé de tomate!

Querido ouvintes e leitores do Blog, paz e bem! Sabemos que nós, seres humanos, nos apegamos (às vezes demasiadamente) em algumas coisas. Existem pessoas que se apegam em animais, crianças, coisas materiais, enfim... Falamos isso porque nós temos um companheiro de trabalho, o Geraldo Roberto, que se apegou a um (vejam se pode), pé de tomate... A pequena planta que fica logo na entrada das Casas André Luiz, virou o xodó do nosso querido amigo. Essa história até nos lembra a do "João e o pé de Feijão", um conto de fadas de origem inglesa.

Diz ele que todos os dias, quando chega pra trabalhar, faz uma saudação aos pequenos tomatinhos. Nós, sérios e organizadinhos que somos, fomos até lá para conferir a veracidade deste fato que já virou assunto no programa Clube Amigos da Boa Nova. E não é que é verdade? Gente, olhem só que bonitinha a foto acima. Parece até o criador e as criaturas! É isso mesmo, Geraldo! Devemos amar de verdade as plantas. Agora... será que o Geraldo vai ter a coragem de comer esses, digamos, queridos tomates??
Bom, já que citamos a história do "João, o pé de feijão", vamos relembrá-la:
A história conta que um menino chamado João vai ao mercado a mando de sua mãe com o objetivo de vender uma vaca. Quando João chega ao mercado, um estranho lhe propões cinco "feijões mágicos" em troca da vaca. João aceita a barganha e retorna para casa com os feijões no bolso. A mãe fica furioso por ele não ter seguido suas instruções de vender a vaca e joga os feijões pela janela. Enquanto João dorme, os feijões germinam e dão origem a gigantes pés de feijão. João ao acordar, escala o pé de feijão e chega a uma terra acima das nuvens. Este lugar é habitado por um gigante que se alimenta de seres humanos.
João é protegido pela esposa do gigante e consegue fugir dali depois de roubar uma sacola de moedas de ouro. João retorna no dia seguinte e rouba a
galinha dos ovos de ouro do gigante e mais uma vez consegue escapar ileso. No terceiro dia, João volta à terra do gigante para roubar uma harpa de ouro. Dessa vez, o gigante persegue João, mas João consegue descer o pé de feijão mais rapidamente o corta com um machado.

Beijos e até a próxima.




quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Adeus à Patrick Swayze

Olá, queridos amigos! Hoje, dia 16 de setembro, uma querida ouvinte fez referência a desencarnação do ator Patrick Swayze. E nós, ouvintes e colaboraodres da Rádio Boa Nova, não podíamos deixar de falar sobre este ator, que estará eternizado em suas obras!

O ator norte-americano Patrick Swayze morreu hoje, aos 57 anos, após longa batalha com um câncer de pâncreas diagnosticado pela primeira vez em 2008.

Natural do Texas, Patrick Swayze começou carreira como dançarino e fez dezenas de aparições no palco, nas telas e na televisão durante quatro décadas. Swayze inscreveu permanentemente seu nome na cultura pop com "Dirty Dancing - Ritmo Quente" (1987), que superou as expectativas de Hollywood ao se tornar um dos filmes mais vistos de sua época. O filme, que foi feito com um orçamento modesto e quase foi cancelado pelo estúdio, tornou-se um sucesso de público, valeu indicações do Globo de Ouro para Swayze e para a atriz Jennifer Grey, além de impulsionar as vendas do compacto da canção-tema do filme, "(I've Had) The Time of My Life". ( na foto ao lado uma foto dele em 2008)

Mas o que vamos sempre realmente lembrar com muita saudade é a sua participação no filme "Ghost". Certamente “Ghost” foi o mais bem sucedido filme espiritualista da história, tendo inclusive ganhado 2 oscars e 1 globo de ouro. “Ghost” aborda vários conceitos divulgados pela Doutrina Espírita: A imortalidade da alma, o amor que sobrevive além das fronteiras da morte, a afinidade espiritual, a mediunidade, os efeitos físicos, entre tantos outros aspectos concernentes ao Espiritismo que foram retratados de forma inteligente e agradável, embora com alguns exageros e imprecisões que não comprometem o filme e agradam a qualquer pessoa, independente de sua religião.

Fica aqui, a nossa gratidão e as boas vibrações de alegria!
Até a próxima, pessoal!